domingo, janeiro 02, 2005

A auto-destruição nas nossas mãos

Foi há já muitos dias, mas ainda assombra. Uma imagem num colóquio, na Gulbenkian. O Prof. Filipe Duarte Santos apresentou um resumo sobre o projecto sobre alterações climáticas em que esteve envolvido, e sobre as conclusões de uma reunião sobre desenvolvimento sustentável que aconteceu em 2002, na África do Sul.

A dada altura, falou de estudos sobre a evolução de populações em ambientes com recursos limitados. Falou de rãs e de outras espécies de seres vivos. De crescimento da população, seguida de decréscimo, novo crescimento, e assim por diante, homeostaticamente, até atingir assimptoticamente um equilíbrio. Temi que fosse falar do canibalismo de algumas espécies, mas não aconteceu.

O último gráfico era sobre a evolução de uma população de veados, no norte da Europa. Havia um crescimento até um máximo e, depois, um decréscimo até à extinção da população. Não explicou por que mecanismos se dava a extinção tão abrupta. Também não encontrei mais informação sobre o assunto. Seria a "pool" genética que tinha sido reduzida drasticamente? (Se alguém souber explicar-me, agradeço.) E nós, o que será de nós se não pensarmos seriamente na gestão dos recursos do planeta que temos à nossa disposição?

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