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A esmagadora realidade dos aflitos

"Já não há esperança. Não sei para que me levanto de manhã. Não sei para que me esforço até ao limite das minhas forças, se não há terra nem céu que paguem este esforço. Não é por auto-realização. Os sonhos de sempre ficaram irremediavelmente vedados. Viveremos nos ramos das árvores, de migalhas e sementes, como os pássaros. De sementes..."

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Paul Gauguin, "Fatata Te Moua" ("No sopé de uma montanha"), 1892