sexta-feira, agosto 04, 2006

Mediterrâneo

A cidade é branca, diz-se. O silêncio da deserção, os ângulos incisivos, as arestas muito direitas, mas paredes sempre brancas. O céu, muito azul, optimista. A lua, a parecer translúcida, a pairar elegante sobre copas de oliveiras e de pinheiros mansos. De vez em quando, uma peregrinação à maresia e ao marulhar das ondas restitui um equilíbrio quase esquecido. Os produtos do mar, temperados pelo fogo semi-selvagem, são comunhão para o paladar. Depois, o riso. Bom.

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